Não é segredo para ninguém que o ex-prefeito do Rio e pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes, tem dedicado atenção especial a Campos dos Goytacazes. E não por acaso.
Maior município do Norte Fluminense e um dos principais colégios eleitorais do Rio de Janeiro, além de berço do garotismo, Campos – e, junto dela, cidades vizinhas – é peça estratégica em qualquer disputa pelo Palácio Guanabara.
Desde que esteve na cidade pela primeira vez como pré-candidato, durante o Encontro Empresarial da CDL Campos, Paes intensificou a agenda no município. Naquele mesmo dia esteve no aniversário da ex-prefeita e deputada estadual Carla Machado, pré-candidata à reeleição.


Há duas semanas, participou de outro encontro que lotou a CDL ao lado do prefeito Frederico Paes, secretários municipais, o presidente estadual do MDB, Washington Reis, entre outras lideranças.

Nesta semana, praticamente “morou” na cidade.
Em apenas três dias, participou da missa em comemoração aos 15 anos de Dom Roberto Ferreria Paz à frente da Diocese de Campos, reuniu-se com ceramistas, sindicatos, entidades assistenciais, e visitou Lagoa de Cima.



Durante a passagem por Campos, também esteve ao lado de diversos pré-candidatos para as eleições de outubro, entre eles Caio Vianna, que vem mantendo uma pré-campanha considerada consistente, e Alberto França.


E ainda teve tempo de, na Baixada Campista, passar na casa onde o assessor Fred Monteiro morou em grande parte da sua vida.

Na sexta-feira, Eduardo Paes esteve na Coagro, empresa do prefeito Frederico Paes. Um gesto carregado de simbolismo político.

Pelo ritmo das visitas, tudo indica que o pré-candidato pretende transformar em prática o que vem prometendo na pré-campanha: se eleito governador, fazer de Campos uma parada frequente, com presença quase semanal no município.




