A ex-governadora e ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, utilizou as redes sociais nesta quarta-feira, 5, para divulgar uma nota da defesa do ex-governador Anthony Garotinho. A manifestação foi publicada nos comentários de uma postagem da jornalista Suzy Monteiro sobre a decisão envolvendo Garotinho.
Na mensagem, Rosinha afirma que “não existe isso” e informa que encaminharia a posição oficial da defesa de Anthony Garotinho.
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Segundo a nota, a defesa sustenta que as informações divulgadas sobre a suposta manutenção da condenação por improbidade administrativa e seus efeitos eleitorais “não correspondem à realidade jurídica atual do processo”.
Ainda de acordo com os advogados, a pretensão relacionada ao caso estaria prescrita desde o mês de junho, motivo pelo qual consideram incorreta a afirmação de que a decisão produziria os efeitos eleitorais mencionados na reportagem.
A defesa acrescenta que a situação jurídica do ex-governador será demonstrada nos autos competentes e afirma que, se necessário, adotará as medidas cabíveis para resguardar a correta divulgação dos fatos e evitar a propagação de informações consideradas equivocadas.
Por fim, os advogados reiteram confiança no Poder Judiciário e afirmam que eventuais questões relacionadas à elegibilidade de Anthony Garotinho deverão ser apreciadas pela Justiça Eleitoral no momento oportuno, à luz do quadro jurídico vigente.
Nota divulgada pela defesa
“A defesa do ex-governador Anthony Garotinho esclarece que a informação divulgada sobre a suposta manutenção de sua condenação por improbidade administrativa e seus efeitos eleitorais não corresponde à realidade jurídica atual do processo.
A pretensão relacionada ao caso encontra-se prescrita desde o mês de junho, razão pela qual consideram incorreta qualquer afirmação de que a decisão mencionada produziria os efeitos descritos na reportagem.
A defesa ressalta ainda que a situação jurídica do ex-governador será demonstrada nos autos competentes e, se necessário, adotará as medidas cabíveis para resguardar a correta divulgação dos fatos e evitar a propagação de informações que considera equivocadas.
Por fim, os advogados reiteram confiança no Poder Judiciário e afirmam que eventuais questões relacionadas à elegibilidade deverão ser apreciadas pela Justiça Eleitoral no momento oportuno, à luz do quadro jurídico vigente.”






